segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

ÁGUA E ÓLEO MAIS UMA VEZ EM ANGICOS


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Pela segunda vez, os angicanos observaram, e mais uma vez em se tratando de política e de interesse pessoal, os inimigos pessoal e político se “unirem”.
A primeira vez que “água e óleo se misturaram” foi em eleição para prefeito quando Jaime Batista (in memorian), era candidato para enfrentar o prefeito Ronaldo Teixeira, que tinha como vice, o advogado Deusdete Gomes.
Foi preciso, à época, Jaime Batista e Clemenceau Alves, que todo mundo em Angicos e Região Central tinham conhecimento que eram inimigos ferrenhos, de causas graves correndo na justiça, de acusações as mais diversas possíveis, mesmo assim, para derrotar Ronaldo e Deusdete se “uniram”.
Quem não lembra o que uns diziam contra os outros nos palanques? Talvez muitos ainda lembre, e outros tenham esquecido. Menos aquelas pessoas que gostam de gravar tudo e todos, e até brigar caso seja necessário para defender o coração vermelho.
Jaime e Sosô venceram a eleição, mas posterior foram cassados pela justiça devido a compra de votos. Mesmo assim, com liminar Jaime Batista se sustentou no cargo até seu falecimento. O vice, aquele que era seu inimigo de longas datas, assumiu ao cargo, mas não se sustentou por muito tempo, vindo a ter o mandato cassado. E assim, o segundo colocado Ronaldo assume a prefeita e tira o mandato.
Agora, para uma simples eleição para presidente de Câmara, fator este que qualquer desses que se intitulam “liderança política” poderia resolver o “problema” para eleger seu candidato favorito, resolveram, mais uma vez, os inimigos pessoal e político se “unirem”.
Sendo dessa vez, Clemenceau Alves e Deusdete Gomes, políticos estes que já protagonizaram grandes saraivadas de palavras e ofensas em palanques durante as campanhas eleitorais, mas que deixaram de lado os fatos ocorridos no passado [talvez pequenos para ele] para eleger, pasmem: apenas um presidente de câmara.
Convenhamos que se fosse a mistura de “água e óleo” para uma eleição de prefeito, como ocorreu com Soso e Jaime, poderia até, mesmo diante do injustificável buscar uma justificativa, mas para uma eleição de presidente de câmara, apenas se demonstra o quanto não existe liderança, tanto de um lado quanto de outro, para se articular apenas com os membros da Casa legislativa, necessitando se unir (e aqui não sou contra união dos políticos, até porque eles precisam deixar de besteira, meninice e se falarem), mas o fizeram apenas com um objetivo que foi eleger uma, repito, simples presidente de Câmara.

fonte do blog de aclecivam soares

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