| ||||
As ações serão desenvolvidas através do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) da ASA. Serão construídas 8 mil infraestruturas hídricas para produção de alimentos sendo: 3.600 cisternas-calçadão, 3.600 cisternas-enxurradas, 775 barreiros-trincheira e 25 barragens subterrâneas, no prazo de 11 meses. Outra ação estratégica do projeto é o apoio à estruturação de casas de sementes crioulas, aquelas produzidas pelas famílias agricultoras ao longo de gerações e que são adaptadas ao clima da região. Segundo o coordenador executivo da ASA, Naidison Baptista, o grande diferencial dessa parceria é a possibilidade de trabalhar outras dimensões da convivência com o Semiárido, para além das tecnologias, e em longo prazo. “Não temos nenhuma parceria nessa linha”, afirma Naidison. Ele também destacou o compromisso da ASA com o BNDES para que as atividades sejam cumpridas dentro dos prazos, de forma correta e com qualidade. Para o chefe do Departamento Regional do BNDES no Nordeste, Paulo Ferraz Guimarães, a capilaridade e a experiência da ASA são fatores positivos para a realização da parceria. “A ASA tem capacidade de chegar no Semiárido”, disse. Ele destacou ainda o caráter estruturador do projeto, com possibilidades de apoiar, por exemplo, a estruturação do sistema de produção das famílias, atividades de economia solidária, entre outras coisas. As oito mil tecnologias que serão construídas nesse contrato integram a meta de 60 mil tecnologias da segunda água proposta pela presidente Dilma, através do Programa Água para Todos. Desse total, 20 mil também estão sendo construídas pela ASA, através de um contrato de patrocínio com a Petrobras.
O evento teve como objetivo favorecer o debate sobre as expectativas e perspectivas do P1+2, criar as bases para o planejamento das equipes e definir os instrumentais, além de favorecer a integração entre as equipes técnicas e a equipe de assessoria da Unidade Gestora Central (UGC). Durante a programação, os participantes debateram as bases de execução física e financeira do projeto, conheceram o Sistema Integrado de Gestão e Auditoria (Siga.Net), banco de dados que armazena dados físicos e financeiros dos programas da ASA, bem como debateram as dinâmicas de comunicação da ASA e as ações previstas para esse projeto. Resultados - Desde que surgiu, em 2007, até janeiro de 2014, o P1+2 já construiu 22.568 mil cisternas-calçadão, 6.351 cisternas-enxurrada, 963 barragens subterrâneas, 826 tanques de pedra, 502 bombas d’água popular (BAPs), 5.929 barreiros-trincheira e 1.813 barraginhas. |
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
ASA e BNDES assinam contrato para ações estruturadoras no Semiárido
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário