A CONTAG apresentou os principais pontos que prejudicam os trabalhadores e trabalhadoras rurais: a carência de 15 para 20 anos de comprovação do exercício de atividade rural para requerer a aposentadoria rural, o aumento de cinco anos da idade mínima da mulher trabalhadora rural para se aposentar (de 55 para 60 anos) e as mudanças nas regras de contribuição dos rurais para a Previdência Social. Além das questões que afetam diretamente os rurais, a CONTAG defende a retirada da proposta de desconstitucionalização e do modelo de capitalização da Previdência Social. Aristides Santos alertou sobre os graves impactos caso a PEC 06/2019 seja aprovada como foi apresentada pelo governo e reafirmou que a Confederação tem propostas de aprimoramento das regras para a contribuição dos agricultores e agricultoras familiares para a Previdência Social pela venda da produção agrícola. O presidente da Comissão Especial garantiu durante a reunião: “vamos tirar os rurais, o Benefício por Prestação Continuada (BPC), a desconstitucionalização e a capitalização do texto da PEC 06/2019”. No entanto, chamou atenção para o fato de talvez não ser aprovada a garantia constitucional da idade mínima para requerer a aposentadoria. “Essa é uma opinião minha, não quer dizer que será aprovado dessa forma”, explicou. | |
FONTE: Assessoria de Comunicação da CONTAG - Verônica Tozzi |
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Presidente da Comissão Especial da PEC 06/2019 garante que rurais, BPC, desconstitucionalização e capitalização estarão fora da reforma
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