segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Processo para transformar Pico do Cabugi em monumento natural está parado


Uma singular formação geológica em forma de cone salta no horizonte de quem trafega pela BR-304, estrada que liga Natal ao Oeste potiguar, nas proximidades de Lajes, município distante 125 km da capital.
Não há em todo país outra estrutura natural como aquela. Isso porque o Pico do Cabugi é o único vulcão extinto que preserva sua forma original no Brasil, referência inclusive para a origem do nome em tupi-guarani que quer dizer “peito de moça”.
O também chamado Serra de Itaretama (do tupi, serra de muitas pedras) é herança do mais jovem magmatismo continental do Brasil, ocorrido há 20 milhões de anos. Cerca de 17 milhões de anos antes dos primeiros seres humanos aparecerem por aqui.
Apesar da proximidade com o município de Lajes (7 km), o pico está oficialmente inserido no município de Angicos e é um dos pontos mais altos do Rio Grande do Norte (existem pontos de maior altitude na Serra de São José e Serra do Martins, por exemplo).
Da estrada até o cume são 590 metros de altura, equivalente a estar na cobertura de um edifício de 150 andares, com uma vista panorâmica de 360º livres no horizonte.
Antes cenário de erupções vulcânicas, hoje é um dos pontos mais visitados por quem pratica esportes de aventura no estado. Não há dados oficiais, mas estima-se que 300 pessoas se aventurem por ali todo mês.
A equipe do NOVO Jornal se uniu a elas com a missão de não só acompanhar, mas vivenciar na prática as experiências de quem arrisca a subida ao Pico do Cabugi.
Por Mariana Cardoso – Novo Jornal – VEJA MATÉRIA COMPLETA AQUI
fonte do blog de robson cabugi